sexta-feira, 9 de julho de 2010



Isolei-me em meu próprio mundo, não preciso de qualquer outra coisa que já não tenha. Adaptei-me a temperatura ambiente e a única coisa que aqui está fria, é apenas este meu coração que anseia por uma faísca de fogo. Já pouco me surpreendo com os absurdos que acontecem a cerca deste meu pequeno mundo solitário, então não se assuste se o que faz não me surpreende.

quinta-feira, 8 de julho de 2010



Onde está aquele rosto que sempre conheci? Ele se tornou obscuro e desconhecido. Uma voz de culpa e impotência se ecoa em meio ao vácuo. O brilho de um olhar fosco, sem vida. Sinto que estou te perdendo pouco a pouco, sem querer. Como se houvesse uma parede invisível que me impedisse de aproximar, uma parede criada por si mesmo. Agora parecemos realmente dois desconhecidos.

E a canela agora não possui o mesmo sabor.